Aut Deus aut Malus homo. –
ou Deus ou homem mau.
O Bispo Robert Barron, ensina que se Jesus é quem diz ser, devemos oferecer nossa vida a Ele; e se Jesus mente que é Deus, devemos abandoná-lo, pois é um homem mau.
Só há essas duas opções: nos entregarmos totalmente ou desertar.
Servirei de três elementos para autenticar a veracidade das palavras de Jesus Cristo: a pessoalidade, o trilema e a ratificação final.
Sobre a pessoalidade:
“Ouvistes o que foi dito, mas EU vos digo…”
– Jesus sempre deixou bem claro sua pessoalidade, não terceirizava suas palavras. Moisés apontou que existia vida, Buda apontou um novo caminho e Maomé dizia-se mensageiro de uma verdade. Na contramão,
Jesus afirmou: EU sou o Caminho, EU sou a Verdade e EU sou a Vida.
Jesus falava com autoridade de ser Deus, diferente de todos os outros. Tornando também, como explica o Venerável Fulton Sheen,
“o Cristianismo sendo a única religião onde Deus vai ao encontro dos homens e não os homens se elevam a divindade.”
O trilema:
“Quem ama seus pais ou seus filhos mais que a mim não é digno de mim.”
– Aquele que pede isso e não é Deus, só pode ser mau-caráter. Tal questionamento, tornou-se no Trilema elaborado por C.S Lewis: – ou louco, ou mentiroso ou Senhor. Primeiro, se Jesus alega ser Deus e não é, ele é louco. Segundo, se ele não é Deus e nem louco, deve ser mentiroso. E terceiro, se ele não é nenhum desses dois, ele deve ser Deus. Só há essas três possibilidades de escolha.
Nada de homem bom: ou é Deus ou mau.
A assinatura final:
Por sua pessoalidade, ele foi perseguido. E por ser taxado de mentiroso e louco, foi crucificado. A morte acaba com a história. Seria, então, só mais um líder religioso esquecido. Mas veja só: vinte séculos se passaram e você ainda lembra dele! O motivo você conhece: Ele ressuscitou. A Ressureição é a ratificação final e permanente de sua história.
Ao ressuscitar, Jesus assina embaixo de todas suas palavras e ações.
Carimbando, assim, sua pessoalidade. E afirmando de uma vez por todas: nem louco, nem mentiroso, mas Senhor!
Você decide. Essa é a Boa-nova.
Texto recuperado do arquivo histórico do Hub Católico (publicado originalmente em 17 de abril de 2020). Importação fiel ao original.