O título deste texto é uma pequena oração proferida por São Josemaría Escrivá, grande Santo que lembramos neste dia 26 de junho, durante muitos e muitos anos antes de fundar o Opus Dei. Um pequeno, humilde e simples pedido, mas muito eficaz aos olhos de Deus!
Como perdemos o valor desse pedido humilde?
Como perdemos o valor da simplicidade de
colocar-se a disposição de Deus? Somos facilmente automatizados a ver com facilidade as coisas do mundo, mas não ver e perceber as coisas de Deus. Essa rotina imperceptível aos nossos olhos, pois só fazemos e fazemos e fazemos aí quando se dá conta o dia já passou e, no fim, nada realmente fizemos de modo edificante.
Tanto trabalhamos e estudamos, tanto fazemos! Como fazemos! Estamos sempre na ativa né?
Pois é… mas do que adianta fazer tudo isso e perder o sal com qual se dá sabor a isso? Que difícil é enxergar a Boa Obra de Nosso Senhor no cotidiano e a Sua face no próximo com qual convivemos
diariamente. Mas lembra-te, querido(a) leitor(a): Estamos todos juntos nesse caminho! É a conversão diária e necessária de nossos dias e em comunidade, onde um ajuda o outro, podemos enfrentar essa “cegueira” pedindo a Deus a graça de ver e viver tudo isso.
São Josemaría nos deixou esse legado, edificar e santificar onde vivemos, onde trabalhamos, onde estudamos.
Parece-te difícil, né? Também acho! Mas é a missão que Deus nos chama, Ele está disposto a encher-te de graças do Céu para cumprires esta missão na vida cotidiana, mas precisa
da nossa colaboração e empenho para que a Boa Nova de Cristo chegue a todos que estão na nossa volta! Cada um, no seu lugar onde Deus o chama, deve agir como apóstolo e, assim, dar a conhecer e amar a Jesus Cristo a muitas outras pessoas.
O segredo está em ver, não solitário e apenas com nossas forças, mas se colocar aos pés do Mestre e pedir a Sua graça para poder ver e entender que APENAS ELE é o caminho da santidade.
Caminho repleto de renúncias e de dificuldades, mas lembrando que é necessário combater este “bom combate”, que é bom justamente por ter como finalidade o Céu, lugar do Eterno bom.
“Deus não te arranca do teu ambiente, não te retira do mundo, nem do teu estado de vida, nem das tuas ambições humanas nobres, nem do teu trabalho profissional… mas, aí, te quer santo!” Forja, 362.
Texto recuperado do arquivo histórico do Hub Católico (publicado originalmente em 21 de janeiro de 2020). Importação fiel ao original.