Beata Albertina Berkenbrock, virgem e mártir
Identificação
Beata Albertina Berkenbrock (1919–1931) — leiga, morta aos 12 anos em São Luís, Imaruí (SC), ao resistir a uma tentativa de estupro. Reconhecida pela Igreja como mártir da pureza, uma das figuras mais jovens do martirológio brasileiro. Beatificada em 2007.
Elogio (adição pós-2004)
Em São Luís, cidade do estado de Santa Catarina, no Brasil, a Beata Albertina Berkenbrock, virgem e mártir que aos doze anos foi assassinada por defender heroicamente a sua castidade.
Esta comemoração não consta na edição típica do Martirológio Romano de 2004 — foi acrescentada após a beatificação de 2007.
Vida
Nasceu em 11 de abril de 1919 em São Luís, distrito do município de Imaruí (SC), e foi batizada em 25 de maio do mesmo ano — filha dos agricultores Henrique Berkenbrock e Josefa Boeing, católicos devotos de origem alemã. Recebeu o crisma em 9 de março de 1925 e a primeira comunhão em 16 de agosto de 1928. Era descrita como dócil, prestativa, obediente aos pais e muito ligada à vida da comunidade rural onde vivia.
Em 15 de junho de 1931, um homem tentou violentá-la sexualmente. Albertina resistiu firmemente para preservar sua pureza; diante da resistência, o agressor cortou-lhe a garganta com uma faca, causando sua morte imediata.
Reconhecida pela Igreja como mártir in defensum castitatis (“em defesa da castidade”), foi beatificada em Tubarão (SC), em 20 de outubro de 2007, com decreto do Papa Bento XVI lido pelo Cardeal José Saraiva Martins.
Significado para o Brasil
- Uma das mártires mais jovens reconhecidas pela Igreja no Brasil.
- Devoção popular viva na Diocese de Tubarão (SC), com santuário e romaria anual em Imaruí.
Backlinks
- Dia litúrgico: por-data/06-junho/15
- Século: por-seculo/seculo-xx
- País: por-pais/brasil
- Fonte: ../../_fontes/martirologio-romano-2004
