O título desse texto é um jargão eterno usado em momentos de adversidade na história do mundo, fanático por esportes que sou já ouvi muito essa frase (vide Batalha dos Aflitos, 2005… alô torcida gremista!) e ela, a meu ver, é uma frase corretíssima e atemporal.
A esperança é a última que morre.
Ao definir que ela é a última que morre, entendemos que a esperança é uma luta constante e não um comodismo. Esperança, fidelidade e luta caminham juntas diariamente, devemos viver com a certeza do Céu que havemos de alcançar se permanecermos fiéis até o fim nesse meio conturbado que vivemos. Essa realidade nos aproxima de uma compreensão viva de que a esperança não nos separa das coisas desta terra mas sim nos aproxima dessas realidades a partir de uma visão nova, um olhar cristão que se esforça por descobrir em tudo a relação da natureza decaída com Deus Criador e com Deus Redentor.
A esperança é uma luta constante e não um comodismo.
A esperança só acaba quando morremos, mas que esperança é essa? Em que esperamos? Isso significa que devo esperar lá antes de morrer pra manifestar minha esperança? Cuidado.
Em que esperamos?
Meus amigos, examinemos nossa consciência com essas questões. Nossa esperança deve residir em gozar plenamente do Amor de Deus. Aqui? Não, não. No Céu! Mas enganado está quem acha então que o tempo aqui nessa vida não vale de nada, esse mundo é um caminho para o outro. Essa deve ser nossa esperança. Esperar em Deus é corresponder ao Seu Amor, fazemos isso de maneira livre, mas devemos nos manter vigiantes e orantes, pois não sabemos nem o dia nem a hora (Mt 25, 13). Pensem em tudo isso. Deus vos abençoe!
Texto recuperado do arquivo histórico do Hub Católico (publicado originalmente em 2 de maio de 2020). Importação fiel ao original.